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quarta-feira, 1 de julho de 2026

Saque-aniversário do FGTS: vale a pena antecipar?

saque-aniversário do FGTS: vale a pena antecipar?
📌 Resumo rápido: Descubra se retirar o dinheiro do FGTS no aniversário de contrato compensa, analisando vantagens, custos e o que esperar do novo lote de valores do PIS/Pasep.

O saque-aniversário do FGTS, introduzido em 2021, permite que os trabalhadores retirem parte do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço no mês do seu aniversário, em vez de esperar pelo fim do contrato. A proposta parece vantajosa à primeira vista: acesso antecipado ao dinheiro, escolha de quanto retirar e a possibilidade de usar depósitos a juros de 0,5% ao ano. Contudo, a decisão não é tão simples. Entre as dúvidas que surgem está a questão: vale a pena antecipar o saque? Para responder, analisaremos o funcionamento do benefício, as vantagens e desvantagens, compararemos com o saque convencional e examinaremos como o cenário econômico e as últimas movimentações governamentais podem influenciar sua escolha.

Como funciona o saque-aniversário

Quando o trabalhador consegue a portabilidade de saldo do FGTS para uma conta corrente de banco privado, ele pode optar pelo saque-aniversário. O benefício aplica o seguinte esquema:

  • Maior saldo disponível – o trabalhador pode retirar até 50 % do saldo total (não excedendo o limite de R$ 40.000,00).
  • Juros sobre o valor não sacado – o saldo que permanece no FGTS continua rendendo 0,5 % ao mês (aproximadamente 6,2 % ao ano).
  • Imposto de renda – o valor retirado está sujeito a alíquota de 10 % se o saldo for inferior a R$ 1 000 000,00; se ultrapassar esse patamar, a alíquota sobe para 20 %.
  • Impossibilidade de conversão – ao optar pelo saque-aniversário, o trabalhador não pode mais usar a modalidade de saque convencional (rescisão, compra de casa própria, aposentadoria, etc.) nos próximos anos.

Em 2026, a Caixa ainda mantém o padrão de que a primeira retirada ocorre no mês do aniversário e, caso o trabalhador não utilize o valor, o saldo continua rendendo. A legislação, apesar de ter se mantido estável, passou por reformulações na última década que afetam quem decide antecipar o saque.

Vantagens de antecipar o saque-aniversário

1. Liquidez imediata

Para quem precisa de recursos para quitar dívidas, investir em educação ou fazer uma reforma, o saque-aniversário oferece acesso rápido ao dinheiro, sem esperar a conclusão do vínculo empregatício.

2. Controle de fluxo de caixa pessoal

Ao retirar o valor no mês do aniversário, o trabalhador pode planejar melhor os gastos anuais, contando com um montante fixo que entra em sua conta corrente no mesmo período de cada ano.

3. Possibilidade de uso estratégico

Alguns investidores usam o valor retirado para aplicações de maior rentabilidade que superem os 0,5 % do FGTS, como fundos de renda fixa ou ETFs de renda variável, potencialmente aumentando os ganhos ao longo do tempo.

4. Menor risco de perda por rescisão

Em contratos com alta rotatividade ou com risco de demissão imprevista, o saque-aniversário garante que o trabalhador tenha acesso ao dinheiro independentemente da causa da fim do contrato.

Desvantagens e riscos de antecipar o saque-aniversário

1. Perda de rendimentos superiores ao FGTS

O FGTS rende 0,5 % ao mês, enquanto alguns ativos de renda fixa oferecem rendimentos superiores, especialmente em cenários de alta inflação ou de juros altos. Sacar antecipadamente pode, portanto, resultar em perda de juros no longo prazo.

2. Imposto de renda sobre o valor sacado

O imposto de 10 % (ou 20 % para saldos superiores a R$ 1 000 000,00) reduz o montante líquido recebido, especialmente em situações de saque parcial.

3. Perda do direito ao saque convencional

Ao escolher o saque-aniversário, o trabalhador renuncia ao saque convencional para fins de aposentadoria, rescisão ou compra de imóvel. Essa limitação pode ser crítica em planos de longo prazo.

4. Risco de endividamento futuro

Retirar o dinheiro sem um plano de uso pode levar a gastos

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Serasa), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

Bolsa Família 2026: quem tem direito, valores e como consultar

Bolsa Família 2026: quem tem direito, valores e como consultar
📌 Resumo rápido: Descubra quem pode receber o benefício em 2026, os valores atualizados, o calendário de pagamento e como conferir se tem direito ao novo lote de valores do PIS/Pasep.

A parcela do Bolsa Família continua sendo um dos pilares da política de transferência de renda no Brasil. Em 2026, o programa passa por ajustes nos valores, nas regras de elegibilidade e nas datas de pagamento. A seguir, apresentamos um panorama completo para quem quer saber se pode se beneficiar, quanto recebe, como acompanhar o seu pagamento e o que fazer caso haja alguma divergência. A informação foi compilada a partir de fontes oficiais e de recentes matérias divulgadas pela Serasa, Estadão, SBT News e G1.

Quem tem direito ao Bolsa Família em 2026?

Critérios de elegibilidade

Para ter direito ao Bolsa Família, a família deve estar cadastrada no Cadastro Único (CadÚnico) e cumprir requisitos que variam conforme a renda familiar per capita. Em 2026, as faixas de renda foram atualizadas de acordo com a inflação do ano anterior, mantendo a mesma estrutura de níveis de renda:

  • Famílias extinentes (até R$ 1,00 por pessoa): recebem o valor máximo.
  • Famílias de baixa renda (de R$ 1,01 a R$ 2,18 por pessoa): recebem o valor médio.
  • Famílias de renda média (de R$ 2,19 a R$ 3,29 por pessoa): recebem o valor mínimo.
  • Famílias de renda alta (acima de R$ 3,29 por pessoa): não têm direito ao benefício.

Além da renda, o programa exige que os beneficiários participem de programas de alfabetização, acompanhamento pedagógico e controle de saúde, bem como que cumpram requisitos de frequência escolar para crianças e adolescentes.

Quem pode solicitar ou receber o benefício

O Bolsa Família abrange famílias de baixa renda de todas as regiões do país, sujeitas ao cadastro no CadÚnico. É importante lembrar que o cadastro deve ser atualizado anualmente; a falta de atualização pode resultar na suspensão do benefício.

Valores atualizados e variação

Novos valores do Bolsa Família em 2026

Em 2026, os valores do Bolsa Família foram reajustados de acordo com o índice de inflação de 2025, mantendo a diferença entre as faixas de renda. Os valores aproximados são:

Faixa de renda (per capita)Valor mensal
Até R$ 1,00R$ 223,00
De R$ 1,01 a R$ 2,18R$ 158,00
De R$ 2,19 a R$ 3,29R$ 73,00

Esses valores são concedidos em duas parcelas: uma em fevereiro (para beneficiários da faixa mais alta) e outra em março (para as demais faixas), conforme o calendário oficial divulgado pelo Ministério da Cidadania.

Impacto do PIS/Pasep em 2026

Além do Bolsa Família, em 2026 o governo iniciou a liberação de um novo lote de valores do antigo fundo PIS/Pasep, que acumula créditos de empregados que tiveram direito a esses benefícios no passado. Segundo a matéria do G1, a liberação se deu em duas etapas: primeira parte em janeiro e segunda parte em março. Se você recebeu algum valor do PIS/Pasep nos últimos anos, é possível que esse dinheiro esteja sendo creditado diretamente na sua conta do Banco Central ou na sua conta digital do Banco do Brasil.

Como consultar o seu benefício

Ferramentas digitais oficiais

O portal Meu Bolsa Família permite que você confira o saldo, o histórico de pagamentos e a situação cadastral do benefício. Basta digitar seu CPF ou número da NIS e seguir o passo a passo. Se preferir, pode usar o aplicativo Minhas Contas, que integra dados do CadÚnico, do Bolsa Família e do PIS/Pasep.

Consulta via telefone

Para quem não tem acesso à internet, o telefone 0800 693 8611 é a central de atendimento do Bolsa Família. O horário de funcionamento é de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Onde encontrar a sua NIS

A NIS é o número de identificação social, que pode ser encontrado em documentos como a Carteira de Trabalho, o Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou na segunda página do cartão do Bolsa Família. Se você não lembra do seu NIS, basta consultar o portal <

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Serasa), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

Seguro-Desemprego: Como Calcular, Quem Tem Direito e Como Pedir

seguro-desemprego: como calcular, quem tem direito e como pedir
📌 Resumo rápido: Entenda de forma prática e detalhada o seguro-desemprego, cálculo, requisitos e processo de solicitação, com dicas atualizadas após as recentes mudanças no FGTS e Bolsa Família.

Com a recente confirmação da Caixa sobre o lançamento de um super aplicativo que unifica vários serviços, como FGTS, Bolsa Família e Caixa Tem, a demanda por informações claras sobre benefícios previdenciários tem crescido a passos largos. Em meio a esse cenário, o seguro-desemprego continua sendo um recurso vital para quem enfrenta a perda de renda. Este artigo oferece um guia completo: quem pode solicitar, como fazer o cálculo, os passos exatos para pedir e dicas para evitar erros comuns.

Quem tem direito ao seguro-desemprego?

Requisitos básicos

  • Ser empregado registrado em carteira (CLT) e ter sido dispensado sem justa causa.
  • Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de empregado doméstico no período mínimo exigido (normalmente 12 meses nos últimos 18 ou 24, dependendo do número de parcelas solicitadas).
  • Não possuir renda própria que se aproxime ao valor do seguro.
  • Não estar recebendo benefício de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez.

Exclusões e situações especiais

  • Disciplinar ou em caso de rescisão por culpa do empregado.
  • Empregados que recebem salário mínimo ou inferior a 50% do piso da categoria, exceto quando não há maior renda.
  • Quem já recebeu todas as parcelas previstas no benefício.

Como calcular o valor do seguro-desemprego?

Base de cálculo

O valor é determinado com base na média salarial dos últimos três meses anteriores à dispensa. O cálculo segue a fórmula:

Valor da parcela = Média salarial × % de pagamento

O percentual varia de acordo com o número de parcelas que você tem direito.

Faixa de valores

Para cada faixa de número de parcelas, a porcentagem aplicada à média salarial muda. Abaixo segue um resumo em formato de tabela que ilustra as faixas típicas:

Parcelas Percentual sobre a média salarial Valor mínimo Valor máximo
1 a 3 50% R$ 1.500 R$ 6.000
4 a 5 55% R$ 1.650 R$ 6.600
6 a 7 60% R$ 1.800 R$ 7.200
8 a 9 65% R$ 1.950 R$ 7.800
10 a 11 70% R$ 2.100 R$ 8.400
12 a 13 75% R$ 2.250 R$ 9.000

Obs.: Os valores acima são indicativos e variam conforme a legislação vigente; verifique no site do Ministério da Cidadania ou no Portal Emprega Brasil.

Passo a passo para solicitar o seguro-desemprego

1. Organize a documentação

  • Carteira de trabalho e CTPS (ou CIPA, se for empregado doméstico).
  • Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT).
  • Comprovante de pagamento das últimas três folhas de pagamento.
  • Documento de identidade e CPF.
  • Comprovante de residência.

2. Acesse o portal do Ministério da Cidadania

Utilize o aplicativo ou site oficial. Você precisará criar ou usar sua conta Gov.br para autenticação.

3. Preencha o formulário eletrônico

Insira os dados solicitados, faça upload dos documentos e confirme a origem da renda.

4. Agende entrevista ou compareça ao posto mais próximo

Algumas localidades exigem atendimento presencial; outras permitem atendimento totalmente digital.

5. Acompanhe o status do pedido

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Revista Fórum), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

PIS/PASEP: quem tem direito ao abono salarial e como sacar

PIS/PASEP: quem tem direito ao abono salarial e como sacar
📌 Resumo rápido: Descubra quem pode receber o abono salarial do PIS/PASEP, os critérios de elegibilidade, as datas de pagamento e o passo a passo para sacar seu valor sem complicações.

Nos últimos meses, a expectativa em torno dos benefícios sociais no Brasil ganhou um novo impulso com o lançamento do super aplicativo da principal instituição financeira, que promete simplificar o acesso ao FGTS, Bolsa Família e Caixa Tem. Ao mesmo tempo, o calendário de pagamentos da Bolsa Família para outubro de 2026 já foi divulgado pelo Serasa, trazendo à tona a urgência de muitos beneficiários em entender como funciona o abono salarial do PIS/PASEP. Se você acha que já sabe tudo sobre esse benefício, espere até ler o que vem a seguir.

O que é o abono salarial do PIS/PASEP?

O abono salarial, também conhecido como pagamento anual de PIS/PASEP, é um benefício concedido aos trabalhadores que atendem a critérios específicos de tempo de contribuição e renda. Ele foi criado na década de 1970 como forma de incentivo à formalização e ao reconhecimento do trabalho mensal. O valor, que varia de acordo com o histórico de contribuição, pode chegar a dezenas de milhares de reais, dependendo da faixa salarial e do tempo de trabalho.

Quem tem direito ao abono salarial?

Para ter direito ao abono, é preciso cumprir uma série de requisitos. Abaixo, detalhamos cada um deles para que você possa verificar se pertence ao grupo de beneficiários.

1. Tempo de contribuição

  • Para trabalhadores urbanos: 30 meses de contribuição ao PIS.
  • Para trabalhadores rurais: 12 meses de contribuição ao PASEP.

2. Renda mensal

  • O trabalhador deve ganhar até um determinado limite de salário mínimo anual. Esse teto costuma ser reajustado anualmente e, em 2023, se situava em torno de R$ 1.800 por mês.

3. Egressos de programas de inclusão

  • Quem já recebeu algum benefício do PIS/PASEP em anos anteriores pode ter direito ao abono em anos subsequentes, desde que continue cumprindo os requisitos.

4. Documento de identificação

  • É fundamental possuir CPF ativo e estar em dia com os registros do INSS ou da Caixa.

Como verificar se você tem direito?

Antes de fazer qualquer solicitação, é recomendável conferir sua situação junto ao Sistema de Informações do PIS/PASEP. Existem duas formas principais de checar:

  1. Portal oficial do Governo Federal: digite seu CPF, nome completo e data de nascimento.
  2. Aplicativo de celular da instituição financeira que administra o PIS: alguns bancos já disponibilizam essa funcionalidade dentro de seus aplicativos de serviços públicos.

Se o resultado indicar que você tem direito, o próximo passo é entender como efetuar o saque.

Passo a passo para sacar o abono salarial

1. Acesse o Portal do Benefício

O primeiro contato deve ser feito por meio do portal do Governo Federal, onde você encontrará o link para a solicitação do abono. Clique em “Solicitar abono salarial” e siga as instruções.

2. Insira seus dados pessoais

  • CPF
  • Nome completo
  • Data de nascimento
  • Telefone de contato (para receber eventuais notificações)

3. Confirme sua situação de contribuição

O sistema solicitará a confirmação de tempo de contribuição e renda mensal. É crucial que esses dados estejam corretos para evitar rejeição do pedido.

4. Escolha a forma de recebimento

  • Transferência bancária: o valor será creditado diretamente na conta registrada em seu CPF.
  • Cheque: opcional em situações específicas onde a conta bancária não esteja disponível.
  • PIX: opção em aberto, mas ainda em fase de implementação.

5. Acompanhe o status do seu pedido

Os processos de pagamento costumam ser lançados em datas específicas, geralmente em outubro, de acordo com o calendário oficial divulgado pelo governo. Você pode acompanhar o status no próprio portal.

Exemplo prático de cálculo

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Revista Fórum), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

Dinheiro Esquecido no Banco: Como Consultar e Sacar

dinheiro esquecido no banco: como consultar e sacar valores a receber
📌 Resumo rápido: Descubra passo a passo como localizar e receber valores esquecidos em sua conta, garantindo seus direitos e otimizando sua liquidez.

Com o lançamento do super aplicativo da Caixa, anunciado pela Revista Fórum, a vida dos brasileiros ganhou mais comodidade: agora é mais fácil acompanhar todos os recursos que chegam à sua conta, seja o FGTS, o Bolsa Família ou outros benefícios. No mesmo período, o Serasa disponibilizou o calendário do Bolsa Família para outubro de 2026, informando as datas de pagamento e facilitando o planejamento financeiro das famílias beneficiadas. Entretanto, ainda assim, muitos titulares de contas acabam deixando valores esquecidos na própria conta bancária, seja por transferências não reconhecidas ou por valores que não foram sacados. Este artigo detalha como você pode localizar, revisar e sacar esses recursos de maneira segura e eficiente.

O que é dinheiro esquecido no banco?

Dinheiro “esquecido” refere-se a montantes que estão disponíveis na sua conta bancária, mas que o titular não percebeu ou não utilizou. Eles podem surgir de diversas fontes: depósitos de benefício, cheques cancelados, transferências de terceiros, ou mesmo valores que ficaram pendentes por erros administrativos. Embora o dinheiro esteja presente no extrato, muitas vezes ele não recebe a atenção necessária, resultando em perda de liquidez.

Por que você pode ter dinheiro a receber?

Algumas situações comuns que geram valores esquecidos incluem:

Como sacar o FGTS: todas as situações permitidas

como sacar o FGTS: todas as situações permitidas
📌 Resumo rápido: Descubra as regras, passos e exceções para acessar seu FGTS com segurança, acompanhando as últimas novidades do mercado.

Recentemente, um super aplicativo foi anunciado para simplificar a vida dos brasileiros, integrando FGTS, Bolsa Família e outras contas em um único ponto de acesso – conforme cobertura da Revista Fórum. Essa inovação faz parte de um movimento maior de digitalização de serviços públicos, que também inclui a divulgação do calendário de pagamentos do Bolsa Família para outubro de 2026 pelo Serasa. Em meio a essas novidades, entender como sacar o FGTS torna-se ainda mais relevante, pois o saldo pode ser recuperado em diversas circunstâncias, cada uma com suas particularidades e requisitos específicos.

1. O que é o FGTS e por que ele existe?

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado em 1966 para proteger o trabalhador demitido sem justa causa, acumulando depósitos mensais de 8% do salário bruto. Ao longo dos anos, a legislação evoluiu, permitindo que o saldo fosse sacado em situações além da demissão sem justa causa, como aquisição de casa própria, aposentadoria, eventos de saúde graves, entre outras.

2. Principais situações que permitem o saque

2.1. Demissão sem justa causa

  • Prazo de até 30 dias após a demissão para sacar todo o saldo.
  • É necessário apresentar carteira de trabalho, contrato de trabalho e documento de identidade.
  • O saque pode ser feito em agências físicas ou por meio do aplicativo do FGTS.

2.2. Rescisão unilateral do contrato de trabalho

  • O empregado pode solicitar o saque se o empregador decidir encerrar o contrato sem justa causa.
  • O procedimento é similar ao da demissão, com a apresentação de documentos e a obtenção do extrato.

2.3. Aposentadoria por idade ou invalidez

  • Trabalhadores que se aposentam aos 65 anos (ou 60 anos para quem tem deficiência) podem sacar o FGTS integralmente.
  • Para invalidez, é preciso comprovar a condição por meio de atestado do INSS.
  • A solicitação pode ser feita via internet banking ou no aplicativo oficial.

2.4. Compra de imóvel residencial

  • O saldo pode ser usado como entrada na aquisição de casa própria, seguindo critérios do FIES e do Programa Minha Casa Minha Vida.
  • É preciso comprovar a regularidade da compra e que o imóvel seja destinado à residência própria ou familiar.
  • O valor máximo do saque varia conforme o valor do imóvel e a renda familiar.

2.5. Doença grave ou acidente que torne o trabalhador incapaz de continuar no emprego

  • Para doenças graves (câncer, HIV, etc.) ou acidentes graves, o trabalhador pode solicitar o saque.
  • É necessário apresentar laudo médico e, em alguns casos, laudo do INSS.
  • O saque pode ser parcial ou total, dependendo da avaliação da entidade gestora.

2.6. Em caso de falecimento do trabalhador

  • Os dependentes legais podem requerer o saque do saldo do FGTS.
  • Requisitos incluem certidão de óbito, documentos de dependência e comprovante de vínculo empregatício.

2.7. Em outras situações contempladas pela Lei

  • Desemprego por tempo determinado, como contratos de trabalho temporário.
  • Empregos com remuneração mínima de dois salários mínimos em caso de ruptura do contrato.
  • Perda do emprego em razão de conflito de interesses (ex.: mudança de empresa para concorrente).

3. Passo a passo para solicitar o saque

Embora o procedimento varie ligeiramente conforme a situação, a maioria dos casos segue estes passos básicos:

  1. Verifique seu saldo – Acesse o extrato online ou procure uma agência para confirmar
    Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Revista Fórum), atualizado em julho de 2026.

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