quarta-feira, 1 de julho de 2026

Seguro-Desemprego: Como Calcular, Quem Tem Direito e Como Pedir

seguro-desemprego: como calcular, quem tem direito e como pedir
📌 Resumo rápido: Entenda de forma prática e detalhada o seguro-desemprego, cálculo, requisitos e processo de solicitação, com dicas atualizadas após as recentes mudanças no FGTS e Bolsa Família.

Com a recente confirmação da Caixa sobre o lançamento de um super aplicativo que unifica vários serviços, como FGTS, Bolsa Família e Caixa Tem, a demanda por informações claras sobre benefícios previdenciários tem crescido a passos largos. Em meio a esse cenário, o seguro-desemprego continua sendo um recurso vital para quem enfrenta a perda de renda. Este artigo oferece um guia completo: quem pode solicitar, como fazer o cálculo, os passos exatos para pedir e dicas para evitar erros comuns.

Quem tem direito ao seguro-desemprego?

Requisitos básicos

  • Ser empregado registrado em carteira (CLT) e ter sido dispensado sem justa causa.
  • Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de empregado doméstico no período mínimo exigido (normalmente 12 meses nos últimos 18 ou 24, dependendo do número de parcelas solicitadas).
  • Não possuir renda própria que se aproxime ao valor do seguro.
  • Não estar recebendo benefício de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez.

Exclusões e situações especiais

  • Disciplinar ou em caso de rescisão por culpa do empregado.
  • Empregados que recebem salário mínimo ou inferior a 50% do piso da categoria, exceto quando não há maior renda.
  • Quem já recebeu todas as parcelas previstas no benefício.

Como calcular o valor do seguro-desemprego?

Base de cálculo

O valor é determinado com base na média salarial dos últimos três meses anteriores à dispensa. O cálculo segue a fórmula:

Valor da parcela = Média salarial × % de pagamento

O percentual varia de acordo com o número de parcelas que você tem direito.

Faixa de valores

Para cada faixa de número de parcelas, a porcentagem aplicada à média salarial muda. Abaixo segue um resumo em formato de tabela que ilustra as faixas típicas:

Parcelas Percentual sobre a média salarial Valor mínimo Valor máximo
1 a 3 50% R$ 1.500 R$ 6.000
4 a 5 55% R$ 1.650 R$ 6.600
6 a 7 60% R$ 1.800 R$ 7.200
8 a 9 65% R$ 1.950 R$ 7.800
10 a 11 70% R$ 2.100 R$ 8.400
12 a 13 75% R$ 2.250 R$ 9.000

Obs.: Os valores acima são indicativos e variam conforme a legislação vigente; verifique no site do Ministério da Cidadania ou no Portal Emprega Brasil.

Passo a passo para solicitar o seguro-desemprego

1. Organize a documentação

  • Carteira de trabalho e CTPS (ou CIPA, se for empregado doméstico).
  • Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT).
  • Comprovante de pagamento das últimas três folhas de pagamento.
  • Documento de identidade e CPF.
  • Comprovante de residência.

2. Acesse o portal do Ministério da Cidadania

Utilize o aplicativo ou site oficial. Você precisará criar ou usar sua conta Gov.br para autenticação.

3. Preencha o formulário eletrônico

Insira os dados solicitados, faça upload dos documentos e confirme a origem da renda.

4. Agende entrevista ou compareça ao posto mais próximo

Algumas localidades exigem atendimento presencial; outras permitem atendimento totalmente digital.

5. Acompanhe o status do pedido

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Revista Fórum), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

PIS/PASEP: quem tem direito ao abono salarial e como sacar

PIS/PASEP: quem tem direito ao abono salarial e como sacar
📌 Resumo rápido: Descubra quem pode receber o abono salarial do PIS/PASEP, os critérios de elegibilidade, as datas de pagamento e o passo a passo para sacar seu valor sem complicações.

Nos últimos meses, a expectativa em torno dos benefícios sociais no Brasil ganhou um novo impulso com o lançamento do super aplicativo da principal instituição financeira, que promete simplificar o acesso ao FGTS, Bolsa Família e Caixa Tem. Ao mesmo tempo, o calendário de pagamentos da Bolsa Família para outubro de 2026 já foi divulgado pelo Serasa, trazendo à tona a urgência de muitos beneficiários em entender como funciona o abono salarial do PIS/PASEP. Se você acha que já sabe tudo sobre esse benefício, espere até ler o que vem a seguir.

O que é o abono salarial do PIS/PASEP?

O abono salarial, também conhecido como pagamento anual de PIS/PASEP, é um benefício concedido aos trabalhadores que atendem a critérios específicos de tempo de contribuição e renda. Ele foi criado na década de 1970 como forma de incentivo à formalização e ao reconhecimento do trabalho mensal. O valor, que varia de acordo com o histórico de contribuição, pode chegar a dezenas de milhares de reais, dependendo da faixa salarial e do tempo de trabalho.

Quem tem direito ao abono salarial?

Para ter direito ao abono, é preciso cumprir uma série de requisitos. Abaixo, detalhamos cada um deles para que você possa verificar se pertence ao grupo de beneficiários.

1. Tempo de contribuição

  • Para trabalhadores urbanos: 30 meses de contribuição ao PIS.
  • Para trabalhadores rurais: 12 meses de contribuição ao PASEP.

2. Renda mensal

  • O trabalhador deve ganhar até um determinado limite de salário mínimo anual. Esse teto costuma ser reajustado anualmente e, em 2023, se situava em torno de R$ 1.800 por mês.

3. Egressos de programas de inclusão

  • Quem já recebeu algum benefício do PIS/PASEP em anos anteriores pode ter direito ao abono em anos subsequentes, desde que continue cumprindo os requisitos.

4. Documento de identificação

  • É fundamental possuir CPF ativo e estar em dia com os registros do INSS ou da Caixa.

Como verificar se você tem direito?

Antes de fazer qualquer solicitação, é recomendável conferir sua situação junto ao Sistema de Informações do PIS/PASEP. Existem duas formas principais de checar:

  1. Portal oficial do Governo Federal: digite seu CPF, nome completo e data de nascimento.
  2. Aplicativo de celular da instituição financeira que administra o PIS: alguns bancos já disponibilizam essa funcionalidade dentro de seus aplicativos de serviços públicos.

Se o resultado indicar que você tem direito, o próximo passo é entender como efetuar o saque.

Passo a passo para sacar o abono salarial

1. Acesse o Portal do Benefício

O primeiro contato deve ser feito por meio do portal do Governo Federal, onde você encontrará o link para a solicitação do abono. Clique em “Solicitar abono salarial” e siga as instruções.

2. Insira seus dados pessoais

  • CPF
  • Nome completo
  • Data de nascimento
  • Telefone de contato (para receber eventuais notificações)

3. Confirme sua situação de contribuição

O sistema solicitará a confirmação de tempo de contribuição e renda mensal. É crucial que esses dados estejam corretos para evitar rejeição do pedido.

4. Escolha a forma de recebimento

  • Transferência bancária: o valor será creditado diretamente na conta registrada em seu CPF.
  • Cheque: opcional em situações específicas onde a conta bancária não esteja disponível.
  • PIX: opção em aberto, mas ainda em fase de implementação.

5. Acompanhe o status do seu pedido

Os processos de pagamento costumam ser lançados em datas específicas, geralmente em outubro, de acordo com o calendário oficial divulgado pelo governo. Você pode acompanhar o status no próprio portal.

Exemplo prático de cálculo

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Revista Fórum), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

Orçamento Familiar Inteligente: Como Organizar e Garantir Dinheiro Sob

como organizar o orçamento familiar e sobrar dinheiro
📌 Resumo rápido: Entre a inflação de 4,42% e decisões fiscais que podem mudar o cenário macroeconômico, saber planejar seu orçamento familiar não é mais opcional; é a chave para não ficar sem salvação. Descubra passo a passo como organizar, controlar e realmente economizar.

Nos últimos meses, a economia brasileira tem mostrado sinais de turbulência: o Senado Federal já alertou que o próximo presidente da República terá de enfrentar decisões fiscais difíceis, enquanto a inflação, medida pelo INPC, somou 4,42% em 12 meses, segundo a Bora Investir. Em meio a esses números, a Folha BV detalha como o custo de vida impacta diretamente o orçamento familiar. Diante desse cenário, organizar o orçamento tornou-se uma necessidade, não apenas para evitar dívidas, mas para construir um futuro financeiro sólido.

1. O Cenário Econômico Atual e o Impacto no seu Bolso

Inflação e reajustes salariais

A inflação de 4,42% já está refletida em fretes, combustíveis e até em salários que são ajustados pelo INPC. Se você recebe um salário “padrão”, o aumento real pode ser menor do que a inflação, reduzindo o poder de compra. É fundamental, portanto, comparar o percentual de reajuste que você recebe com a inflação vigente.

Decisões fiscais e o futuro do Brasil

A proposta de reformas fiscais pode alterar a carga tributária, o que, por sua vez, influencia as despesas com impostos e os custos de bens e serviços. Antecipar essas mudanças ajuda a planejar gastos que não serão mais “gratuitos” ou, por outro lado, que se tornarão mais baratos.

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Senado Federal), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

como negociar dívida bancária e conseguir desconto

como negociar dívida bancária e conseguir desconto
📌 Resumo rápido: Descubra, passo a passo, como aproveitar o Novo Desenrola e outras estratégias de renegociação para reduzir até 90% da dívida e retomar o controle financeiro.

Nos últimos meses, o cenário de renegociação de dívidas no Brasil tem se tornado mais promissor. Em 2024, o governo lançou o Programa Novo Desenrola, que promete descontos de até 90% em dívidas qualificadas, e o setor privado tem reforçado parcerias para ampliar a oferta de soluções. Este artigo traz, de forma estruturada e detalhada, um roteiro completo para quem deseja negociar sua dívida bancária, obter descontos significativos e evitar armadilhas que podem custar caro.

Entenda o Novo Desenrola e o contexto atual

O Programa Novo Desenrola foi anunciado pelo Casa Civil em janeiro de 2024, com o objetivo de facilitar a renegociação de dívidas de consumidores que enfrentam dificuldades financeiras. Segundo o portal www.gov.br, o programa permite descontos de até 90% em dívidas que atendam a critérios específicos, como a comprovação de renda e o histórico de pagamento.

Além disso, a Serasa e os Correios ampliaram a atuação no Desenrola, oferecendo soluções de negociação diretas com o governo. A Folha de S.Paulo já relatou que as duas instituições estão negociando com bancos e financeiras para incluir mais categorias de dívida no programa, o que aumenta a abrangência para consumidores de diferentes perfis.

Como preparar sua documentação

Avaliação financeira pessoal

  • Faça um levantamento completo de seus rendimentos mensais, incluindo salários, rendimentos de investimentos, pensões ou qualquer outra fonte de renda.
  • Liste todos os gastos fixos (moradia, alimentação, transporte, saúde) e variáveis (lazer, compras) para ter uma visão realista de seu orçamento.
  • Identifique a parcela mensal que você pode destinar à dívida sem comprometer seu mínimo essencial.

Coleta de documentos de dívida

  • Extrato bancário com todas as contas em aberto.
  • Contratos de crédito (cartão de crédito, empréstimo, financiamento).
  • Comprovação de inadimplência, se houver (notificações de cobrança, registros de protesto).
  • Comprovantes de renda (holerite, declaração do imposto de renda).

Validação de elegibilidade

  • Confira os critérios de elegibilidade do Programa Novo Desenrola: limite de dívida, histórico de pagamento, faixa de renda, entre outros.
  • Verifique se sua dívida está em situação de cobrança ativa ou se já foi encaminhada para agência de cobrança.
  • Reúna documentos que comprovem seu estado de saúde, se for caso de dificuldades financeiras relacionadas a doenças graves.

Estratégias de negociação com bancos

Pesquisa de mercado

Antes de contactar o banco, compare as propostas de renegociação de diferentes instituições. Alguns bancos oferecem descontos mais agressivos ao fechar a negociação imediatamente, enquanto outros exigem um prazo maior para pagar parcelas reduzidas.

Abordagem inicial

  1. Entre em contato com o gerente ou a central de atendimento especializado em renegociação.
  2. Informe claramente sua situação financeira e sua intenção de renegociar.
  3. Solicite uma
    Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como www.gov.br), atualizado em julho de 2026.

    Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

empréstimo para negativado: opções reais e como evitar golpe

empréstimo para negativado: opções reais e como evitar golpe
📌 Resumo rápido: Descubra quais são as alternativas reais de crédito para quem está negativado, como analisar ofertas e evitar golpes, com base nas últimas mudanças regulatórias e nas tendências de mercado.

Nos últimos meses, o cenário de crédito consignado sofreu transformações significativas. Em 12 de julho, o portal do governo federal divulgou novas regras de proteção, prazo e margem para o consignado, ampliando a transparência e limitando a cobrança de juros abusivos. A Câmara dos Deputados também publicou mudanças que reforçam a necessidade de planejamento antes de assumir novas dívidas. Esses marcos, combinados com o crescimento contínuo desse tipo de empréstimo, criam uma atmosfera em que quem está negativado deve estar mais atento do que nunca para não cair em armadilhas. O presente artigo oferece um panorama aprofundado sobre as opções reais de empréstimo para negativados, os passos essenciais para avaliar ofertas e estratégias para evitar golpes.

O cenário atual e as mudanças recentes

As novas regras do consignado, anunciadas pelo Ministério da Economia, estabelecem:

  • Limite de margem de desconto em folha de pagamento de 35%.
  • Exclusão de cláusula de juros compostos para contratos de até 12 meses.
  • Obrigatoriedade de divulgação de tabela de juros em formato simplificado.

Além disso, o portal da Câmara dos Deputados destaca que a margem de desconto pode ser reduzida em situações de alta inadimplência, exigindo que o empregador verifique a situação do contrato antes de autorizar a dedução. O Valor Econômico relata que o empréstimo consignado tem crescido em 12% no último ano, mas que essa expansão vem acompanhada de um aumento significativo dos planos de renegociação de dívidas. Enquanto isso, o Condsef esclarece que, a partir desta terça-feira, o crédito consignado do INSS e de servidores federais terá novas condições de taxa e prazo, com foco na redução de custos para o beneficiário.

Principais opções de crédito para negativados

1. Empréstimo consignado

O consignado continua sendo a alternativa mais acessível, pois o pagamento é descontado diretamente da folha de pagamento ou benefício. Mesmo com o cadastro negativado, alguns bancos e financeiras oferecem linhas de crédito, desde que haja comprovante de renda e documentação regular.

2. Empréstimo pessoal de instituições financeiras não tradicionais

Cooperativas de crédito, fintechs e bancos digitais têm ampliado suas linhas de crédito para quem possui restrição no SPC/Serasa. Esses produtos costumam ter taxas mais altas, mas oferecem processos de análise mais flexíveis.

3. Empréstimo com garantia

Aposentados ou servidores públicos podem oferecer bens como garantia (carta de crédito ou penhor) para reduzir a taxa de juros. Essa modalidade exige avaliação técnica e documentação adicional.

4. Empréstimo de amigos ou familiares

Embora não seja recomendável como primeira opção, pode ser um atalho quando a relação de confiança é sólida e o contrato é formalizado por escrito, com cláusula de prazo e juros claros.

Como analisar ofertas e evitar golpes

Cartão Consignado para Aposentados: Vantagens e Armadilhas

cartão consignado para aposentados: vantagens e armadilhas
📌 Resumo rápido: Aprenda a aproveitar o cartão consignado como uma ferramenta financeira para aposentados, mas saiba identificar os riscos que podem comprometer seu planejamento.

Na última semana, a Folha de S.Paulo alertou que a dívida no cartão pode dobrar em menos de um ano sem renegociação, enquanto a Rádio Fandango confirmou que os juros do cartão de crédito voltaram a subir, atingindo 432% em abril. Esses cenários reforçam a necessidade de uma abordagem cuidadosa quando se pensa em usar o cartão consignado como alternativa de crédito. Além disso, o Seu Dinheiro revelou a novidade do “botão de reset” da fatura do cartão do Itaú, e o Rota Jurídica trouxe o caso do Santander, que teve ações contra um cliente de Goiânia anuladas. Em meio a essas vozes, o cartão consignado se apresenta como solução de crédito mais barata, mas não é sem armadilhas. Vamos analisar tudo, passo a passo, para que você, aposentado, possa decidir com base em dados concretos e não em promessas vazias.

O que é o cartão consignado?

Funcionamento básico

O cartão consignado funciona como um cartão de crédito, mas a parcela mensal é debitada automaticamente de sua conta bancária ou de um benefício previdenciário. Isso elimina a necessidade de um extrato mensal, já que o valor do crédito fica a seu dispor de forma limitada.

Quem pode solicitar

Para se qualificar, é preciso ter renda recorrente e comprovada, seja por salário, aposentadoria ou Pensão Bolsa Família. Além disso, o banco exige que a pessoa tenha histórico de crédito limpo e não esteja em processos de inadimplência.

Vantagens para aposentados

Taxa de juros mais baixa

Em geral, as taxas de juros do cartão consignado são mais atrativas, variando normalmente entre 6% e 10% ao ano, em comparação com os valores que chegam a 12% ou mais em cartões tradicionais.

Facilidade de aprovação

Como o risco para o banco é menor (a parcela já é garantida pela renda), a aprovação costuma ser mais rápida e menos burocrática.

Gestão de crédito simplificada

Com a dedução automática na conta, você evita a tentação de gastar mais do que pode pagar e mantém o controle das finanças em tempo real.

Armadilhas que podem estragar seu planejamento

Limite de crédito reduzido pode ser enganoso

Embora o limite seja mais acessível, costuma ser menor que o que você pode obter em um cartão convencional

Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como Folha de S.Paulo), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

Declarar IRPF pela primeira vez sem erro: guia definitivo 2026

como declarar Imposto de Renda pela primeira vez sem erro
📌 Resumo rápido: Descubra passo a passo como preencher a declaração, evitar armadilhas e garantir a restituição automática em 2026, sem cometer erros que custam tempo e dinheiro.

Com o IRPF 2026 registrando um recorde de entregas, segundo a Receita Federal (www.gov.br), a pressão para que novos contribuintes façam a declaração corretamente nunca foi tão alta. Além disso, o prazo termina hoje (29 de setembro), e a Receita Federal já revelou que atingiu seus objetivos para o ano, avaliando o secretário responsável no mesmo portal. Se você está enfrentando essa tarefa pela primeira vez, este guia foi escrito para que não haja espaço para erros e que seu processo seja, ao mesmo tempo, eficiente e seguro.

1. Preparar a documentação: o primeiro passo para a tranquilidade

Antes de abrir o programa da Receita, reúna tudo que será necessário. A organização evita que você procure documentos de última hora e simplifica o preenchimento.

  • Carteira de identidade, CPF e título de eleitor
  • Comprovantes de rendimentos: holerites, Informe de Rendimentos de pessoas jurídicas, extratos de contas bancárias, resgates de previdência privada
  • Documentos de despesas dedutíveis: recibos de médicos, dentistas, psicólogos, escolas, planos de saúde, compra de livros e cursos, despesas com dependentes, doações, pensão alimentícia, gastos com energia renovável, e comprovantes de compra de imóveis usados na declaração de ganho de capital
  • Comprovante de contribuição a previdência oficial e privada
  • Comprovantes de pagamento de pensão alimentícia (se houver)

Como organizar a pasta virtual?

  • Criar pastas por categoria: Rendimentos, Despesas Dedutíveis, Dependentes
  • Salvar arquivos em PDF, mantendo o nome do arquivo semelhante ao do documento original (ex.: "Hol_2025_JohnDoe.pdf")
  • Usar serviços de nuvem que garantem backup e fácil acesso, caso precise compartilhar com a contabilidade

2. Escolhendo o modelo de declaração: simplificado ou completo?

Para quem declara apenas rendimentos de source única e não possui deduções complexas, o modelo simplificado pode ser suficiente. No entanto, se você possui mais de um tipo de rendimento ou despesa dedutível, o modelo completo oferece maior flexibilidade.

  • Modelo Simplificado: 20% do total de rendimentos, limitado a um teto (aproximadamente R$ 22.000,00 em 2026)
  • Modelo Completo: permite detalhar cada item de dedução e incluir despesas médicas, educacionais, e mais

Quando optar por um modelo?

  • Se possui rendimentos de apenas um empregador e despesas dedutíveis não superam o limite do modelo simplificado, use o simplificado.
  • Se tem rendimentos de investimentos, rendimentos de pessoas físicas, ou despesas dedutíveis altas, prefira o completo.

3. Preenchendo a declaração: passo a passo detalhado

O software oficial (ReceitaNet) oferece guias de preenchimento e validações em tempo real. Siga esta sequência para evitar erros comuns.

3.1 Informar dados pessoais e dependentes

  • CPF, nome completo, estado civil e endereço
  • Dependentes: nome, CPF, data de nascimento e relação de parentesco

3.2 Inserir rendimentos

  • Para cada fonte de renda, insira o nome do pagador, o tipo de rendimento (salário, honorários, aposentadoria, etc.) e o valor total recebido no ano-calendário.
  • Use o campo "Documentos comprobatórios" para fazer upload de informes de rendimento. O programa faz a verificação automática.

3.3 Inserir despesas dedutíveis

  • Despesas médicas: limite de 100% do valor da despesa, sem teto, mas recomenda-se manter dados de receituário.
  • Educação: limite de 3% do salário mínimo por dependente, com teto máximo de R$ 3.000,00 (valor aproximado).
  • Outros: planos de saúde, contribuição à previdência oficial e privada, doações a instituições credenciadas.
  • Para cada categoria, insira o valor total e faça upload dos comprovantes.
Contexto e atualidade: considera o noticiário econômico brasileiro recente (como www.gov.br), atualizado em julho de 2026.

Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação financeira individual. Compare condições e, se possível, consulte um profissional.

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